domingo, 29 de agosto de 2010

NOVAS REGRAS da ANVISA PARA FITITERAPICOS

A ANVISA publicou desde 31 de março de 2010 a Resolução RDC nº 14,


A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11, inciso IV, do Regulamento aprovado pelo Decreto n° 3.029, de 16 de abril de 1999, e tendo em vista o disposto no inciso II e nos parágrafos 1° e 3° do art. 54 do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Portaria n° 354 da ANVISA, de 11 de agosto de 2006, republicada no DOU de 21 de agosto de 2006, em reunião realizada em 29 de março de 2010, adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

Clique no link acima para visualizar a tabela

sábado, 28 de agosto de 2010

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domingo, 22 de agosto de 2010

FALAR E ESCREVER BEM

Com o Patrocínio do BRADESCO , o LYNK ACIMA permite acesso à REVISTA VEJA , a partir de janeiro de 1968 até 2010 edição da semana anterior.

Busque a Edição 2177 de 11 de agosto de 2010 que Alerta para o FALAR E ESCREVER BEM , citando escorregos graves dos candidatos à presidência no ultimo debate.
VISITEM !!!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Nostalgia para quem gosta de musica !

Bonito e até emocionante o Documentario Uma noite em 67, que fala sobre o festival dA MPB da RECORD. Todos os grandes da musica bem jovens e cheios de criatividade. Tempos brilhantes !

Saude em risco?

ANVISA
9 de agosto de 2010
Novas categorias de alimentos dispensadas de registro:



ADITIVOS ALIMENTARES

ADOÇANTES DIETÉTICOS

ÁGUAS ADICIONADAS DE SAIS

ÁGUA MINERAL NATURAL E ÁGUA NATURAL

ALIMENTOS PARA CONTROLE DE PESO

ALIMENTOS PARA DIETAS COM RESTRIÇÃO DE NUTRIENTES

ALIMENTOS PARA DIETAS COM INGESTÃO CONTROLADA
DE AÇÚCARES

ALIMENTOS PARA GESTANTES E NUTRIZES

ALIMENTOS PARA IDOSOS

ALIMENTOS PARA ATLETAS

COADJUVANTES DE TECNOLOGIA

VEGETAIS EM CONSERVA (PALMITO)

SAL

SAL HIPOSSÓDICO / SUCEDÂNEOS DO SAL

SUPLEMENTO VITAMÍNICO E OU MINERAL

terça-feira, 10 de agosto de 2010

E então a Farmacia ......

http://www.terradeos.com.br/tom%20das%20ervas/farmacia.html

Os primeiros povoadores, náufragos, degredados, aventureiros e colonos aqui deixados por Martim Afonso, tiveram de valer-se de recursos da natureza para combater as doenças, curar ferimentos e neutralizar picadas de insetos. Para combater a agressividade do ambiente, e a hostilidade de algumas tribos indígenas os primeiros europeus tiveram de contornar a adversidade com amabilidade, e com isso foram aprendendo com os pajés a preparar os remédios da terra para tratar seus próprios males.

Remédio da "civilização" só apareciam quando expedições portuguesas, francesas ou espanholas apareciam com suas esquadras, onde sempre havia um cirurgião barbeiro ou algum tripulante com uma botica portátil cheia de drogas e medicamentos.

As coisas ficam assim até que a coroa portuguesa resolveu instituir no Brasil o governo geral, e o primeiro a ser nomeado foi Thomé de Souza, que veio para a colônia com uma armada de três naus, duas caravelas e um bergantim, trazendo autoridade, funcionários civis e militares, tropa de linha, diversos oficiais, ao todo aproximadamente mil pessoas que se instalaram na Bahia.

Vieram também nesta armada seis jesuítas, quatro padres e dois irmãos, chefiados por Manuel da Nóbrega. O corpo sanitário da grande armada compunha-se de apenas um boticário, Diogo de Castro, com função oficial e com salário. Não havia nesta armada nenhum físico, denominação de médico na época. O físico-mor, só viria a ser instituído no segundo governo de Duarte da Costa.

Dentre os irmãos destinados ao sul do país, estava a criatura humilde e doentia de nome José de Anchieta. Os jesuítas eram mais práticos e previdentes que os donatários e, até do que os próprios governadores-gerais, e trataram logo de instituir enfermarias e boticas em seus colégios, e colocando um irmão para cuidar dos doentes e outro para preparar remédios. Em São Paulo o irmão que preparava os remédios era José de Anchieta, por isso podemos considerá-lo o primeiro boticário de Piratininga.

E o padre relata em suas cartas aos jesuítas: "Em nós outros tem médicos, boticários ou enfermeiros...

Nossa casa é botica de todos; poucos momentos está quieta a campainha da portaria..."

"... todavia fiz-lhe eu os remédios que pude..."
A princípio os medicamentos vinham do reino já preparados. Mas a pirataria do século XVI e as dificuldades da navegação impediam com freqüência a vinda de navios de Portugal, e era preciso reservar grandes provisões como acontecia com São Vicente e São Paulo. Por estas razões os jesuítas terminaram sendo os primeiros boticários da nova terra, e nos seus colégios as primeiras boticas onde o povo encontrava drogas e medicamentos vindos da metrópole bem como, remédios preparados com plantas medicinais nativas através da terapêutica dos pajés.

Importantes boticas sob a direção dos jesuítas tiveram a Bahia, Olinda, Recife, Maranhão, Rio de Janeiro e São Paulo.

"Por muito tempo, diz o padre Serafim Leite, as farmácias da companhia foram as únicas existentes em algumas cidades. E quando se estabeleceram outras, as dos padres, pela sua notável experiência e longa tradição, mantiveram a primazia. O colégio do Maranhão possuía uma farmácia flutuante, a Botica do Mar, bem provida, que abastecia de medicamentos os lugares da costa, desde o Maranhão até Belém do Pará".
A botica mais importante dos jesuítas foi a da Bahia, sua importância a tornou um centro distribuidor de medicamentos para as demais boticas dos vários colégios de norte a sul do país. Para isso, e como a Bahia mantivesse maiores contatos com a metrópole, os padres conservavam a botica bem sortida e aparelhada para o preparo de medicamentos, iniciando-se nela, inclusive, o aproveitamento das matérias primas indígenas.
Os jesuítas possuíam um receituário particular, onde se encontravam não só as fórmulas dos medicamentos como seus processos de preparação. Havia também método de obtenção de certos produtos químicos, como a pedra infernal (nitrato de prata).
O medicamento extraordinário no entanto, a penicilina da época, era a Tríaga Brasílica, que se manipulava mediante fórmula secreta. Essa tríaga, se usava contra a mordedura de animais peçonhentos, em várias doenças febris, e principalmente como antídoto e contraveneno ("exceto os corrosivos") gozava de grande fama e era considerada tão boa quanto a de Veneza, pois agia pronta e rapidamente com a vantagem de, em sua composição, entrarem várias drogas nacionais de comprovada eficiência.
Quando o colégio dos jesuítas da Bahia foi saqueado e seqüestrado em julho de 1760, ordem dada pelo Marques de Pombal, o desembargador incumbido da ação judicial comunicava a seus superiores, "que tendo ele notícia da existência na Botica do Colégio de algumas receitas particulares, entre as quais a do antídoto ou "Tríaga Brazílica", havia feito as necessárias diligências para dele se apossar". Mas a receita não apareceu na Botica, nem em lugar algum na Bahia. Somente mais tarde foi ela encontrada na Coleção de Várias Receitas, "e segredos particulares das principais boticas da nossa companhia de Portugal, da Índia, de Macau e do Brasil, compostas e experimentadas pelos melhores médicos, e boticários mais célebres. Aumentada com alguns índices, e noticias curiosas e necessárias para a boa direção, e acerto contra as enfermidades"., Roma 1766.
Outra botica que se assemelhava a dos padres, era a da Misericórdia. De caráter semi público, tanto servia a seu próprio hospital como a cidade. Frei Vicente de Salvador refere-se também a existência de uma grande caixa de botica que os holandeses possuíam num forte baiano, e eram vinte e duas boticas (caixas) da armada luso espanhola.
Já na primeira década do século passado, as boticas da capital baiana, segundo testemunho de Spix e Martius, estavam "providas copiosamente de específicos ingleses e remédios milagrosos".

VIDEO HISTORIA DOS MEDICAMENTOS

Surgimento das boticashttp://www.crfsp.org.br/

A origem das atividades relacionadas à farmácia se deu a partir do século X com as boticas ou apotecas, como eram conhecidas na época. Neste período, a medicina e a farmácia eram uma só profissão.



Na Espanha e na França, a partir do século X, foram criadas as primeiras boticas. Esse pioneirismo, mais tarde, originaria o modelo das farmácias atuais.



Neste período, o boticário tinha a responsabilidade de conhecer e curar as doenças, mas para exercer a profissão devia cumprir uma série de requisitos e ter local e equipamentos adequados para a preparação e guarda dos medicamentos.



Com um grande surto de propagação da lepra leva Luís XIV, entre outras iniciativas na área da saúde pública, houve a necessidade de ampliar o número de farmácias hospitalares na França. Mais adiante, no século XVIII, a profissão farmacêutica separa-se da medicina e fica proibido ao médico ser proprietário de uma botica. Com isso, dá início na antiga Roma a separação daqueles que diagnosticavam a doença e dos que misturavam matérias para produzir porções de cura.

http://www.crfsp.org.br/




Saiba mais : Historia Contemporanea Dos Medicamentos
ISBN: 9789727711826
Autor: François Chast

História da Farmácia
ISBN: 9789727981915
Autor: João Rui Pita
Editora: Edições Minerva Coimbra