1. Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.
O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br
Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.
Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.
Passe para todo mundo, que este é um serviço da maior importância.
2. DIVULGUE. É IMPORTANTE: AUXÍLIO À LISTA
Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são
importantes...
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO
VERDADEIRAMENTE GRATUITO.
3. Importante: Documentos roubados - BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???
Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:
Habilitação (R$ 42,97);
Identidade (R$ 32,65);
Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11).
Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitaçãoe Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
Paixão nacional pelas farmácias
31 de dezembro de 2010
0h 00
Leia a notícia
Email ImprimirA+ A-
Nelson Motta - O Estado de S.Paulo
Para Nelson Rodrigues, algum acontecimento só era realmente importante e polêmico quando provocava comentários "nos botecos e nas esquinas, nos velórios e nas farmácias".
A paixão nacional pelas farmácias o fascinava, mas ele ficaria besta com a sua popularidade no Brasil de hoje, quando elas disputam espaço com os botecos. No Rio de Janeiro, são poucos os quarteirões da Visconde de Pirajá, a artéria central de Ipanema, que não têm pelo menos uma drogaria. Em alguns, há duas. Em Salvador, só na Avenida Paulo VI, entre a Pituba e o Rio Vermelho, contei 12 farmácias e depois perdi a conta.
Em São Paulo, Porto Alegre ou Recife, só mudam os nomes das ruas, mas as drogarias continuam onipresentes. Além de uma comodidade, a proliferação gera uma concorrência que beneficia o consumidor, mas também pode indicar que os brasileiros estão cada vez mais doentes. Ou apenas consumindo mais drogas legais.
Em Amsterdam, para comprar um remédio contra gripe, tive que caminhar muitos quarteirões do hotel até a farmácia mais próxima. Em Paris, Roma ou Lisboa, elas são poucas e pequenas, e tem que cumprir muitas, e caras, exigências para funcionar, com um número restrito por bairro. E exigem receita até para comprar um Viagra ou uma pílula anticoncepcional.
Nos Estados Unidos, as grandes drugstores se espalham pelo país e, além de remédios liberados, como analgésicos e laxantes, vendem comida, roupas, artigos de casa, de papelaria, de limpeza, e até cigarros. Mas é impossível comprar um simples antibiótico sem prescrição médica, a fórmula tem que ser manipulada na hora pelo farmacêutico, nas dosagens da receita.
No Brasil, além de refrigerantes, chinelos e bugigangas, as farmácias vendem remédios em quantidades proporcionais à preferência nacional pela automedicação. Agora querem proibir que elas vendam chinelos e bugigangas, enquanto legiões de dependentes químicos consomem anfetaminas e sedativos tarja preta, com ou sem receita. Se o mercado não fosse tão bom, as farmácias não seriam tantas: ou os brasileiros estão sempre doentes, ou são loucos por um remedinho. O resto é perfumaria.
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Nelson Motta - O Estado de S.Paulo
Para Nelson Rodrigues, algum acontecimento só era realmente importante e polêmico quando provocava comentários "nos botecos e nas esquinas, nos velórios e nas farmácias".
A paixão nacional pelas farmácias o fascinava, mas ele ficaria besta com a sua popularidade no Brasil de hoje, quando elas disputam espaço com os botecos. No Rio de Janeiro, são poucos os quarteirões da Visconde de Pirajá, a artéria central de Ipanema, que não têm pelo menos uma drogaria. Em alguns, há duas. Em Salvador, só na Avenida Paulo VI, entre a Pituba e o Rio Vermelho, contei 12 farmácias e depois perdi a conta.
Em São Paulo, Porto Alegre ou Recife, só mudam os nomes das ruas, mas as drogarias continuam onipresentes. Além de uma comodidade, a proliferação gera uma concorrência que beneficia o consumidor, mas também pode indicar que os brasileiros estão cada vez mais doentes. Ou apenas consumindo mais drogas legais.
Em Amsterdam, para comprar um remédio contra gripe, tive que caminhar muitos quarteirões do hotel até a farmácia mais próxima. Em Paris, Roma ou Lisboa, elas são poucas e pequenas, e tem que cumprir muitas, e caras, exigências para funcionar, com um número restrito por bairro. E exigem receita até para comprar um Viagra ou uma pílula anticoncepcional.
Nos Estados Unidos, as grandes drugstores se espalham pelo país e, além de remédios liberados, como analgésicos e laxantes, vendem comida, roupas, artigos de casa, de papelaria, de limpeza, e até cigarros. Mas é impossível comprar um simples antibiótico sem prescrição médica, a fórmula tem que ser manipulada na hora pelo farmacêutico, nas dosagens da receita.
No Brasil, além de refrigerantes, chinelos e bugigangas, as farmácias vendem remédios em quantidades proporcionais à preferência nacional pela automedicação. Agora querem proibir que elas vendam chinelos e bugigangas, enquanto legiões de dependentes químicos consomem anfetaminas e sedativos tarja preta, com ou sem receita. Se o mercado não fosse tão bom, as farmácias não seriam tantas: ou os brasileiros estão sempre doentes, ou são loucos por um remedinho. O resto é perfumaria.
domingo, 26 de dezembro de 2010
Feliz 2011
Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!"
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
MANUAL DE BOAS PRATICAS PARA DISTRIBUIDOR DE CORRELATOS
O FARMACEUTICO QUE VAI ASSUMIR RESPONSABILIDADE TECNICA DE DISTRIBUIDORA DE MATERIAL MÉDICOHOSPITALAR, DEVE ELABORAR MANUAL DE BOASPRÁTICAS.PARA TANTODEVE PESQUISARN NO SITE DA ANVISA E DAS SECRETARIAS MUNICIPAIS OU ESDUAIS A LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR PERTINENTE.
A ELABORAÇÃO SEGUE UMA METODOLOGIA.
DICA?ACESSOO SITE: http://boaspraticasfarmaceuticas.blogspot.com/2009/03/modelo-de-manual-de-boas-praticas-de.html
A ELABORAÇÃO SEGUE UMA METODOLOGIA.
DICA?ACESSOO SITE: http://boaspraticasfarmaceuticas.blogspot.com/2009/03/modelo-de-manual-de-boas-praticas-de.html
domingo, 19 de dezembro de 2010
ALIMENTAÇÃO NO VERÃO
Dicas de alimentação no verão
As estações mais quentes causam mudanças no comportamento das pessoas.
A busca pela melhora da forma física e a alteração nos hábitos alimentares são comuns nesta época do ano, com a chegada do verão. Neste calor, não podemos descuidar da alimentação, que requer cuidados essenciais para nos sentirmos mais dispostos, mantendo a forma com saúde.
Algumas pessoas podem se sentir mais indispostas para comer, no verão, devido à própria temperatura. Segundo a nutricionista Angélica de Oliveira, integrante da Tônus - Fisioterapia Preventiva e Reabilitação, essa indisposição pode vir também por alimentação inadequada, que seria ficar sem se alimentar por muitas horas, pular o café da manhã, ingerir alimentos pesados e gordurosos e esquecer de se hidratar durante todo o dia.
No inverno há a necessidade de ingerir alimentos mais energéticos para manter a temperatura corporal. Já no verão, o corpo pede um consumo maior de líquidos para compensar as perdas de água e sais minerais decorrentes da transpiração. Por isso é preciso fazer algumas adaptações em nossos hábitos alimentares.
Segundo a nutricionista, no verão ocorre uma diminuição do metabolismo basal, por isso a quantidade calórica ingerida deve ser reduzida, para não corrermos risco de ganhar peso nessa época do ano. Com o aumento da temperatura, nosso organismo perde mais água e sais minerais através do suor, então se torna mais importante o cuidado com a hidratação. "A ingestão de líquidos deve ser freqüente durante todo o dia. O ideal seria não esperar que a sede apareça, já que essa sensação é um sinal de desidratação", alerta a Angélica.
A nutricionista recomenda ainda um cuidado maior no verão com a hidratação das crianças e idosos. "Deve-se oferecer água em pequenos volumes, fresca, em uma temperatura agradável, mesmo que a criança não peça. Pelo menos uns 4 copos de água por dia. E tente fazer com que ela consuma sucos naturais no lugar de refrigerantes", explica Angélica. Segundo ela, para nos hidratarmos bem, as melhores fontes, são a água, os sucos naturais de frutas e vegetais, os chás e a água de coco é uma ótima opção.
Dicas de alimentação no Verão
- Alimentos indicados: frutas, verduras, legumes, folhas verdes, cereais integrais, pães integrais, carnes magras, queijos menos gordurosos, sobremesas à base de frutas e muitos líquidos. Faça refeições mais leves
- Alimentos a serem evitados: alimentos gordurosos (carnes gordas, queijos gordurosos, molhos à base de creme de leite, maionese). Evitar frituras e maneirar na bebidas alcoólicas. Pois no verão nosso organismo fica mais sensível aos condimentos fortes e às gorduras, podendo causar desconforto e mal estar.
- Fracione as refeições diárias (coma mais vezes, em menor quantidade).
- Se for comer um sanduíche, escolha os que são feitos com carnes magras, como um peito de peru, frango e queijos magros( ricota, cottage). As carnes magras possibilitam uma digestão melhor, evitando o desconforto intestinal.
- Ingestão de líquidos devem ser freqüente (água, sucos naturais, chás e água de coco).
- Prefira os sorvetes ou picolés à base de água e polpa de frutas, pois são os menos calóricos.
- Cuidado com os alimentos feitos com leite, gordura e ovos na sua preparação. Necessitam de refrigeração adequada, pois o calor aumenta a proliferação de bactérias que podem causar intoxicação alimentar.
- Evitar alimentar em locais que não apresentam boas condições de higiene.
- Seja criterioso ao escolher locais para consumir frutos do mar e pescados.Procure saber a procedência dos alimentos.
- Não consumir de forma alguma alimentos perecíveis que ficam expostos à temperatura ambiente.
As estações mais quentes causam mudanças no comportamento das pessoas.
A busca pela melhora da forma física e a alteração nos hábitos alimentares são comuns nesta época do ano, com a chegada do verão. Neste calor, não podemos descuidar da alimentação, que requer cuidados essenciais para nos sentirmos mais dispostos, mantendo a forma com saúde.
Algumas pessoas podem se sentir mais indispostas para comer, no verão, devido à própria temperatura. Segundo a nutricionista Angélica de Oliveira, integrante da Tônus - Fisioterapia Preventiva e Reabilitação, essa indisposição pode vir também por alimentação inadequada, que seria ficar sem se alimentar por muitas horas, pular o café da manhã, ingerir alimentos pesados e gordurosos e esquecer de se hidratar durante todo o dia.
No inverno há a necessidade de ingerir alimentos mais energéticos para manter a temperatura corporal. Já no verão, o corpo pede um consumo maior de líquidos para compensar as perdas de água e sais minerais decorrentes da transpiração. Por isso é preciso fazer algumas adaptações em nossos hábitos alimentares.
Segundo a nutricionista, no verão ocorre uma diminuição do metabolismo basal, por isso a quantidade calórica ingerida deve ser reduzida, para não corrermos risco de ganhar peso nessa época do ano. Com o aumento da temperatura, nosso organismo perde mais água e sais minerais através do suor, então se torna mais importante o cuidado com a hidratação. "A ingestão de líquidos deve ser freqüente durante todo o dia. O ideal seria não esperar que a sede apareça, já que essa sensação é um sinal de desidratação", alerta a Angélica.
A nutricionista recomenda ainda um cuidado maior no verão com a hidratação das crianças e idosos. "Deve-se oferecer água em pequenos volumes, fresca, em uma temperatura agradável, mesmo que a criança não peça. Pelo menos uns 4 copos de água por dia. E tente fazer com que ela consuma sucos naturais no lugar de refrigerantes", explica Angélica. Segundo ela, para nos hidratarmos bem, as melhores fontes, são a água, os sucos naturais de frutas e vegetais, os chás e a água de coco é uma ótima opção.
Dicas de alimentação no Verão
- Alimentos indicados: frutas, verduras, legumes, folhas verdes, cereais integrais, pães integrais, carnes magras, queijos menos gordurosos, sobremesas à base de frutas e muitos líquidos. Faça refeições mais leves
- Alimentos a serem evitados: alimentos gordurosos (carnes gordas, queijos gordurosos, molhos à base de creme de leite, maionese). Evitar frituras e maneirar na bebidas alcoólicas. Pois no verão nosso organismo fica mais sensível aos condimentos fortes e às gorduras, podendo causar desconforto e mal estar.
- Fracione as refeições diárias (coma mais vezes, em menor quantidade).
- Se for comer um sanduíche, escolha os que são feitos com carnes magras, como um peito de peru, frango e queijos magros( ricota, cottage). As carnes magras possibilitam uma digestão melhor, evitando o desconforto intestinal.
- Ingestão de líquidos devem ser freqüente (água, sucos naturais, chás e água de coco).
- Prefira os sorvetes ou picolés à base de água e polpa de frutas, pois são os menos calóricos.
- Cuidado com os alimentos feitos com leite, gordura e ovos na sua preparação. Necessitam de refrigeração adequada, pois o calor aumenta a proliferação de bactérias que podem causar intoxicação alimentar.
- Evitar alimentar em locais que não apresentam boas condições de higiene.
- Seja criterioso ao escolher locais para consumir frutos do mar e pescados.Procure saber a procedência dos alimentos.
- Não consumir de forma alguma alimentos perecíveis que ficam expostos à temperatura ambiente.
Alimentos
Alimentação é coisa séria. Por trás de um lindo salão de restaurante ou um belo balcão de lanchonete, pode se esconder muita sujeira , desleixo e fatores que levam risco à saúde. Os fiscais de controle sanitário das vigilância sanitárias municipais e estaduais , se deparam com cozinhas precárias e pessoal despreparado. Escolha bem onde comer . Se possível “bisbilhote” a cozinha, sinta o odor dos pratos nos balcões de comida a quilo e se encontrar situações insatisfatórias denuncie para as vigilância sanitárias, PROCON e CODECON.
PROCON - SUPERINTENDÊNCIA DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR
Rua Carlos Gomes, n 746, Centro
Salvador - Ba. CEP 40.060-330
Tel 3321-9947 Telefax 3321-2409
CODECON - COORDENADORIA DE DEFESA DO CONSUMIDOR
Rua Chile, 3, ed. Santa Casa, 2º andar, Centro
Salvador - Ba. CEP 40020-010
Tel: (71) 3172-4238
PROCURE O TELEFONE DA VIGILANCIA DE SUA CIDADE NO SITES DAS SECRETARIAS DE SAUDE DO MUNICIPIO OU ESTADO
ACESSE Toxinas à moda da casa
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