O tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mário Quintana
Quero este tempo de estar aqui
segunda-feira, 26 de julho de 2010
domingo, 22 de março de 2009
reforma ortografica na integra
Nesta conformidade, importa notar, principalmente, os seguintes casos:
1o) Distinção gráfica entre ch e x: achar, archote, bucha, capacho, capucho, chamar, chave, Chico,
chiste, chorar, colchão, colchete, endecha, estrebucha, facho, ficha, flecha, frincha, gancho,
inchar, macho, mancha, murchar, nicho, pachorra, pecha, pechincha, penacho, rachar, sachar,
tacho; ameixa, anexim, baixei, baixo, bexiga, bruxa, coaxar, coxia, debuxo, deixar, eixo, elixir,
enxofre, faixa, feixe, madeixa, mexer, oxalá, praxe, puxar, rouxinol, vexar, xadrez, xarope, xenofobia,
xerife, xícara.
2o) Distinção gráfica entre g, com valor de fricativa palatal, e j: adágio, alfageme, Álgebra, algema,
algeroz, Algés, algibebe, algibeira, álgido, almargem, Alvorge, Argel, estrangeiro, falange, ferrugem,
frigir, gelosia, gengiva, gergelim, geringonça, Gibraltar, ginete, ginja, girafa, gíria, herege, relógio,
sege, Tânger, virgem; adjetivo, ajeitar, ajeru (nome de planta indiana e de uma espécie de papagaio),
canjerê, canjica, enjeitar, granjear, hoje, intrujice, jecoral, jejum, jeira, jeito, Jeová, jenipapo,
jequiri, jequitibá, Jeremias, Jericó, jerimum, Jerónimo, Jesus, jiboia, jiquipanga, jiquiró, jiquitaia,
jirau, jiriti, jitirana, laranjeira, lojista, majestade, majestoso, manjerico, manjerona, mucujê, pajé,
pegajento, rejeitar, sujeito, trejeito.
3o) Distinção gráfica entre as letras s, ss, c, ç e x, que representam sibilantes surdas: ânsia, ascensão,
aspersão, cansar, conversão, esconso, farsa, ganso, imenso,
mansão, mansarda, manso, pretensão,
remanso, seara, seda, Seia, Sertã, Sernancelhe, serralheiro, Singapura, Sintra, sisa, tarso, terso,
valsa; abadessa, acossar, amassar, arremessar, Asseiceira, asseio, atravessar, benesse, Cassilda, codesso
(identicamente Codessal ou Codassal, Codesseda, Codessoso, etc.), crasso,
devassar, dossel,
egresso, endossar, escasso, fosso, gesso, molosso, mossa, obsessão, pêssego, possesso, remessa, sossegar;
acém, acervo, alicerce, cebola, cereal, Cernache, cetim, Cinfães, Escócia, Macedo, obcecar,
percevejo; açafate, açorda, açúcar, almaço, atenção, berço, Buçaco, caçanje, caçula, caraça, dançar,
Eça, enguiço, Gonçalves, inserção, linguiça, maçada, Mação, maçar, Moçambique, Monção,
muçulmano, murça, negaça, pança, peça, quiçaba, quiçaça, quiçama, quiçamba, Seiça (grafia
que pretere as erróneas/errôneas Ceiça e Ceissa), Seiçal, Suíça, terço; auxílio, Maximiliano, Maximino,
máximo, próximo, sintaxe.
4o) Distinção gráfica entre s de fim de sílaba (inicial ou interior) e x e z com idêntico valor fónico/
fônico: adestrar, Calisto, escusar, esdrúxulo, esgotar, esplanada, esplêndido, espontâneo, espremer,
esquisito, estender, Estremadura, Estremoz, inesgotável; extensão, explicar, extraordinário, inextricável,
inexperto, sextante, têxtil; capazmente, infelizmente, velozmente. De acordo com esta
distinção convém notar dois casos:
a) Em final de sílaba que não seja final de palavra, o x = s muda para s sempre que está precedido
de i ou u: justapor, justalinear, misto, sistino (cf. Capela Sistina), Sisto, em vez de juxtapor,
juxtalinear, mixto, sixtina, Sixto.
b) Só nos advérbios em -mente se admite z, com valor idêntico ao de s, em final de sílaba seguida
de outra consoante (cf. capazmente, etc.); de contrário, o s toma sempre o lugar do z: Biscaia,
e não Bizcaia.
5o) Distinção gráfica entre s final de palavra e x e z com idêntico valor fónico/ fônico: aguarrás, aliás,
anis, após, atrás, através, Avis, Brás, Dinis, Garcês, gás, Gerês, Inês, íris, Jesus, jus, lápis, Luís, país,
português, Queirós, quis, retrós, revés, Tomás, Valdês; cálix, Félix, Fénix, flux; assaz, arroz, avestruz,
dez, diz, fez (substantivo e forma do verbo fazer), fiz, Forjaz, Galaaz, giz, jaez, matiz, petiz, Queluz,
Romariz, [Arcos de] Valdevez, Vaz. A propósito, deve observar-se que é inadmissível z final equivalente
a s em palavra não oxítona: Cádis, e não Cádiz.
6o) Distinção gráfica entre as letras interiores s, x e z, que representam sibilantes sonoras: aceso, analisar,
anestesia, artesão, asa, asilo, Baltasar, besouro, besuntar,
blusa, brasa, brasão, Brasil, brisa, [Martexto
oficial
18
co de] Canaveses, coliseu, defesa, duquesa, Elisa, empresa, Ermesinde, Esposende, frenesi ou frenesim,
frisar, guisa, improviso, jusante, liso, lousa, Lousã, Luso (nome de lugar, homónimo/homônimo
de
Luso, nome mitológico), Matosinhos, Meneses, narciso, Nisa, obséquio, ousar, pesquisa, portuguesa,
presa, raso, represa, Resende, sacerdotisa, Sesimbra, Sousa, surpresa, tisana, transe, trânsito, vaso;
exalar, exemplo, exibir, exorbitar, exuberante, inexato, inexorável; abalizado, alfazema, Arcozelo, autorizar,
azar, azedo, azo, azorrague, baliza, bazar, beleza, buzina, búzio, comezinho, deslizar, deslize,
Ezequiel, fuzileiro, Galiza, guizo, helenizar, lambuzar, lezíria, Mouzinho, proeza, sazão, urze, vazar,
Veneza, Vizela, Vouzela.
Base IV
Das sequências consonânticas
1o) O c, com valor de oclusiva velar, das sequências interiores cc (segundo c com valor de sibilante),
cç e ct, e o p das sequências interiores pc (c com valor de sibilante), pç e pt, ora se conservam, ora
se eliminam.
Assim:
a) Conservam-se nos casos em que são invariavelmente proferidos nas pronúncias cultas da
língua: compacto, convicção, convicto, ficção, friccionar, pacto, pictural; adepto, apto, díptico,
erupção, eucalipto, inepto, núpcias, rapto.
b) Eliminam-se nos casos em que são invariavelmente mudos nas pronúncias cultas da língua:
ação, acionar, afetivo, aflição, aflito, ato, coleção, coletivo, direção, diretor, exato, objeção; adoção,
adotar, batizar, Egito, ótimo.
c) Conservam-se ou eliminam-se, facultativamente, quando se proferem numa pronúncia culta,
quer geral, quer restritamente, ou então quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: aspecto
e aspeto, cacto e cato, caracteres e carateres,
dicção e dição; facto e fato, sector e setor, ceptro
e cetro, concepção e conceção, corrupto e corruto, recepção e receção.
d) Quando, nas sequências interiores mpc, mpç e mpt se eliminar o p de acordo com o determinado
nos parágrafos precedentes, o m passa a n, escrevendo-se, respetivamente, nc, nç e nt:
assumpcionista e assuncionista; assumpção e assunção; assumptível e assuntível; peremptório e
perentório, sumptuoso e suntuoso, sumptuosidade e suntuosidade.
2o) Conservam-se ou eliminam-se, facultativamente, quando se proferem numa pronúncia culta,
quer geral, quer restritamente, ou então quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: o
b da sequência bd, em súbdito; o b da sequência bt, em subtil e seus derivados; o g da sequência
gd, em amígdala, amigdalácea, amigdalar, amigdalato, amigdalite, amigdaloide, amigdalopatia,
amigdalotomia; o m da sequência mn, em amnistia, amnistiar, indemne, indemnidade, indemnizar,
omnímodo, omnipotente, omnisciente, etc.; o t da sequência tm, em aritmética e aritmético.
Base V
Das vogais átonas
1o) O emprego do e e do i, assim como o do o e do u em sílaba átona, regula-se fundamentalmente
pela etimologia e por particularidades da história das palavras. Assim, se estabelecem variadíssimas
grafias:
a) Com e e i: ameaça, amealhar, antecipar, arrepiar, balnear, boreal, campeão, cardeal (prelado,
ave, planta; diferente de cardial = “relativo à cárdia”), Ceará, côdea, enseada, enteado, Floreal,
janeanes, lêndea, Leonardo, Leonel, Leonor, Leopoldo, Leote, linear, meão, melhor, nomear,
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
19
1o) Distinção gráfica entre ch e x: achar, archote, bucha, capacho, capucho, chamar, chave, Chico,
chiste, chorar, colchão, colchete, endecha, estrebucha, facho, ficha, flecha, frincha, gancho,
inchar, macho, mancha, murchar, nicho, pachorra, pecha, pechincha, penacho, rachar, sachar,
tacho; ameixa, anexim, baixei, baixo, bexiga, bruxa, coaxar, coxia, debuxo, deixar, eixo, elixir,
enxofre, faixa, feixe, madeixa, mexer, oxalá, praxe, puxar, rouxinol, vexar, xadrez, xarope, xenofobia,
xerife, xícara.
2o) Distinção gráfica entre g, com valor de fricativa palatal, e j: adágio, alfageme, Álgebra, algema,
algeroz, Algés, algibebe, algibeira, álgido, almargem, Alvorge, Argel, estrangeiro, falange, ferrugem,
frigir, gelosia, gengiva, gergelim, geringonça, Gibraltar, ginete, ginja, girafa, gíria, herege, relógio,
sege, Tânger, virgem; adjetivo, ajeitar, ajeru (nome de planta indiana e de uma espécie de papagaio),
canjerê, canjica, enjeitar, granjear, hoje, intrujice, jecoral, jejum, jeira, jeito, Jeová, jenipapo,
jequiri, jequitibá, Jeremias, Jericó, jerimum, Jerónimo, Jesus, jiboia, jiquipanga, jiquiró, jiquitaia,
jirau, jiriti, jitirana, laranjeira, lojista, majestade, majestoso, manjerico, manjerona, mucujê, pajé,
pegajento, rejeitar, sujeito, trejeito.
3o) Distinção gráfica entre as letras s, ss, c, ç e x, que representam sibilantes surdas: ânsia, ascensão,
aspersão, cansar, conversão, esconso, farsa, ganso, imenso,
mansão, mansarda, manso, pretensão,
remanso, seara, seda, Seia, Sertã, Sernancelhe, serralheiro, Singapura, Sintra, sisa, tarso, terso,
valsa; abadessa, acossar, amassar, arremessar, Asseiceira, asseio, atravessar, benesse, Cassilda, codesso
(identicamente Codessal ou Codassal, Codesseda, Codessoso, etc.), crasso,
devassar, dossel,
egresso, endossar, escasso, fosso, gesso, molosso, mossa, obsessão, pêssego, possesso, remessa, sossegar;
acém, acervo, alicerce, cebola, cereal, Cernache, cetim, Cinfães, Escócia, Macedo, obcecar,
percevejo; açafate, açorda, açúcar, almaço, atenção, berço, Buçaco, caçanje, caçula, caraça, dançar,
Eça, enguiço, Gonçalves, inserção, linguiça, maçada, Mação, maçar, Moçambique, Monção,
muçulmano, murça, negaça, pança, peça, quiçaba, quiçaça, quiçama, quiçamba, Seiça (grafia
que pretere as erróneas/errôneas Ceiça e Ceissa), Seiçal, Suíça, terço; auxílio, Maximiliano, Maximino,
máximo, próximo, sintaxe.
4o) Distinção gráfica entre s de fim de sílaba (inicial ou interior) e x e z com idêntico valor fónico/
fônico: adestrar, Calisto, escusar, esdrúxulo, esgotar, esplanada, esplêndido, espontâneo, espremer,
esquisito, estender, Estremadura, Estremoz, inesgotável; extensão, explicar, extraordinário, inextricável,
inexperto, sextante, têxtil; capazmente, infelizmente, velozmente. De acordo com esta
distinção convém notar dois casos:
a) Em final de sílaba que não seja final de palavra, o x = s muda para s sempre que está precedido
de i ou u: justapor, justalinear, misto, sistino (cf. Capela Sistina), Sisto, em vez de juxtapor,
juxtalinear, mixto, sixtina, Sixto.
b) Só nos advérbios em -mente se admite z, com valor idêntico ao de s, em final de sílaba seguida
de outra consoante (cf. capazmente, etc.); de contrário, o s toma sempre o lugar do z: Biscaia,
e não Bizcaia.
5o) Distinção gráfica entre s final de palavra e x e z com idêntico valor fónico/ fônico: aguarrás, aliás,
anis, após, atrás, através, Avis, Brás, Dinis, Garcês, gás, Gerês, Inês, íris, Jesus, jus, lápis, Luís, país,
português, Queirós, quis, retrós, revés, Tomás, Valdês; cálix, Félix, Fénix, flux; assaz, arroz, avestruz,
dez, diz, fez (substantivo e forma do verbo fazer), fiz, Forjaz, Galaaz, giz, jaez, matiz, petiz, Queluz,
Romariz, [Arcos de] Valdevez, Vaz. A propósito, deve observar-se que é inadmissível z final equivalente
a s em palavra não oxítona: Cádis, e não Cádiz.
6o) Distinção gráfica entre as letras interiores s, x e z, que representam sibilantes sonoras: aceso, analisar,
anestesia, artesão, asa, asilo, Baltasar, besouro, besuntar,
blusa, brasa, brasão, Brasil, brisa, [Martexto
oficial
18
co de] Canaveses, coliseu, defesa, duquesa, Elisa, empresa, Ermesinde, Esposende, frenesi ou frenesim,
frisar, guisa, improviso, jusante, liso, lousa, Lousã, Luso (nome de lugar, homónimo/homônimo
de
Luso, nome mitológico), Matosinhos, Meneses, narciso, Nisa, obséquio, ousar, pesquisa, portuguesa,
presa, raso, represa, Resende, sacerdotisa, Sesimbra, Sousa, surpresa, tisana, transe, trânsito, vaso;
exalar, exemplo, exibir, exorbitar, exuberante, inexato, inexorável; abalizado, alfazema, Arcozelo, autorizar,
azar, azedo, azo, azorrague, baliza, bazar, beleza, buzina, búzio, comezinho, deslizar, deslize,
Ezequiel, fuzileiro, Galiza, guizo, helenizar, lambuzar, lezíria, Mouzinho, proeza, sazão, urze, vazar,
Veneza, Vizela, Vouzela.
Base IV
Das sequências consonânticas
1o) O c, com valor de oclusiva velar, das sequências interiores cc (segundo c com valor de sibilante),
cç e ct, e o p das sequências interiores pc (c com valor de sibilante), pç e pt, ora se conservam, ora
se eliminam.
Assim:
a) Conservam-se nos casos em que são invariavelmente proferidos nas pronúncias cultas da
língua: compacto, convicção, convicto, ficção, friccionar, pacto, pictural; adepto, apto, díptico,
erupção, eucalipto, inepto, núpcias, rapto.
b) Eliminam-se nos casos em que são invariavelmente mudos nas pronúncias cultas da língua:
ação, acionar, afetivo, aflição, aflito, ato, coleção, coletivo, direção, diretor, exato, objeção; adoção,
adotar, batizar, Egito, ótimo.
c) Conservam-se ou eliminam-se, facultativamente, quando se proferem numa pronúncia culta,
quer geral, quer restritamente, ou então quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: aspecto
e aspeto, cacto e cato, caracteres e carateres,
dicção e dição; facto e fato, sector e setor, ceptro
e cetro, concepção e conceção, corrupto e corruto, recepção e receção.
d) Quando, nas sequências interiores mpc, mpç e mpt se eliminar o p de acordo com o determinado
nos parágrafos precedentes, o m passa a n, escrevendo-se, respetivamente, nc, nç e nt:
assumpcionista e assuncionista; assumpção e assunção; assumptível e assuntível; peremptório e
perentório, sumptuoso e suntuoso, sumptuosidade e suntuosidade.
2o) Conservam-se ou eliminam-se, facultativamente, quando se proferem numa pronúncia culta,
quer geral, quer restritamente, ou então quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: o
b da sequência bd, em súbdito; o b da sequência bt, em subtil e seus derivados; o g da sequência
gd, em amígdala, amigdalácea, amigdalar, amigdalato, amigdalite, amigdaloide, amigdalopatia,
amigdalotomia; o m da sequência mn, em amnistia, amnistiar, indemne, indemnidade, indemnizar,
omnímodo, omnipotente, omnisciente, etc.; o t da sequência tm, em aritmética e aritmético.
Base V
Das vogais átonas
1o) O emprego do e e do i, assim como o do o e do u em sílaba átona, regula-se fundamentalmente
pela etimologia e por particularidades da história das palavras. Assim, se estabelecem variadíssimas
grafias:
a) Com e e i: ameaça, amealhar, antecipar, arrepiar, balnear, boreal, campeão, cardeal (prelado,
ave, planta; diferente de cardial = “relativo à cárdia”), Ceará, côdea, enseada, enteado, Floreal,
janeanes, lêndea, Leonardo, Leonel, Leonor, Leopoldo, Leote, linear, meão, melhor, nomear,
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
19
Links de interesse
http://www.suapesquisa.com/
: http://www.culturageral.net/
http://www.museufarmacianiteroi.com.br/
Faculdade do Futuro
http://www.faculdadedofuturo.edu.br
Periodicos Capes
http://www.periodicos.capes.gov.br
Periodicos Scielo
http://www.scielo.org
Wikipedia - A Enciclopedia livre
http://pt.wikipedia.org
Plataforma Lattes - CNPq
http://lattes.cnpq.br/index.htm
Organização Panamericana de Saúde - OPAS
http://www.opas.org.br
Jornal da Ciência
http://www.jornaldaciencia.org.br
Instituições de Ensino Superior autorizadas e reconhecidas pelo MEC
http://www.educacaosuperior.inep.gov.br/
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA
http://www.ibama.gov.br/
Sistema Nacional de Ética em Pesquisa
http://portal.saude.gov.br/sisnep/
: http://www.culturageral.net/
http://www.museufarmacianiteroi.com.br/
Faculdade do Futuro
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Periodicos Capes
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Periodicos Scielo
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Wikipedia - A Enciclopedia livre
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Plataforma Lattes - CNPq
http://lattes.cnpq.br/index.htm
Organização Panamericana de Saúde - OPAS
http://www.opas.org.br
Jornal da Ciência
http://www.jornaldaciencia.org.br
Instituições de Ensino Superior autorizadas e reconhecidas pelo MEC
http://www.educacaosuperior.inep.gov.br/
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA
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Sistema Nacional de Ética em Pesquisa
http://portal.saude.gov.br/sisnep/
terça-feira, 17 de março de 2009
DENGUE
A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo.
Tipos de Dengue
Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.
No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2 e 3. A dengue de tipo 4 foi identificada apenas na Costa Rica.
Formas de apresentação
A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.
- Infecção Inaparente
A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.
- Dengue Clássica
A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.
Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.
- Dengue Hemorrágica
A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.
Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
- Síndrome de Choque da Dengue
Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.
Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
Tipos de Dengue
Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.
No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2 e 3. A dengue de tipo 4 foi identificada apenas na Costa Rica.
Formas de apresentação
A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.
- Infecção Inaparente
A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.
- Dengue Clássica
A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.
Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.
- Dengue Hemorrágica
A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.
Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
- Síndrome de Choque da Dengue
Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.
Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
domingo, 15 de março de 2009
DICA : Como fazer uma boa redação
Dominar a arte da escrita é um trabalho que exige prática e dedicação. No entanto, conhecer seu lado teórico é muito importante. Aqui você encontra um resumo desta teoria. Aplique-a em seu trabalho mas não se esqueça: você precisará fazer a sua parte, isto é, escrever.
SIMPLICIDADE
Use palavras conhecidas e adequadas. Escreva com simplicidade. Para que se tenha bom domínio, prefira frases curtas. Amarre as frases, organizando as idéias. Cuidado para não mudar de assunto de repente. Conduza o leitor de maneira leve pela linha de argumentação.
CLAREZA
O segredo está em não deixar nada subentendido, nem imaginar que o leitor sabe o que você quer dizer. Evidencie todo o conteúdo da sua escrita. Lembre-se: você está comunicando a sua opinião, falando de suas idéias, narrando um fato. O mais importante é fazer-se entender.
OBJETIVIDADE
Você tem que expressar o máximo de conteúdo com o menor número de palavras possíveis. Por isso não repita idéias, não use palavras demais ou outras coisas que só para aumentem as linhas. Concentre-se no que é realmente necessário para o texto. A pesquisa prévia ajuda a selecionar melhor o que se deve usar.
UNIDADE
Não esqueça, o texto deve ter unidade, por mais longo que seja. Você deve traçar uma linha coerente do começo ao final do texto. Não pode perder de vista essa trajetória. Por isso, muita atenção no que escreve para não se perder e fugir do assunto. Eliminar o desnecessário é um dos caminhos para não se perder. Para não errar, use a seguinte ordem: introdução, argumentação e conclusão da idéia.
COERÊNCIA
A coerência entre todas as partes de seu texto, é fator primordial para se escrever bem. É necessário que elas formem um todo. Para isso, é necessário estabelecer uma ordem para as idéias se completem e formem o corpo da narrativa. Explique, mostre as causas e as conseqüências.
EXEMPLOS
Obedecer uma ordem cronológica é um maneira de se acertar sempre, apesar de não ser criativa. Nesta linha, parta do geral para o particular, do objetivo para o subjetivo, do concreto para o abstrato. Use figuras de linguagem para que o texto fique interessante. As metáforas também enriquecem a redação.
ÊNFASE
Procure chamar a atenção para o assunto com palavras fortes, cheias de significado, principalmente no início da narrativa. Use o mesmo recurso para destacar trechos importantes. Uma boa conclusão é essencial para mostrar a importância do assunto escolhido. Remeter o leitor à idéia inicial é uma boa maneira de fechar o texto.
LEIA E RELEIA
Lembre-se, é fundamental pensar, planejar, escrever e reler seu texto. Mesmo com todos os cuidados, pode ser que você não consiga se expressar de forma clara e concisa. A pressa pode atrapalhar. Com calma, verifique se os períodos não ficaram longos, obscuros. Veja se você não repetiu palavras e idéias. Àmedida que você relê o texto, essas falhas aparecem, inclusive, erros de ortografia e acentuação. Não se apegue ao escrito. Refaça se for preciso. Não tenha preguiça, passe tudo a limpo quantas vezes forem necessárias. No computador, esta tarefa se torna mais fácil. Faça sempre uma cópia do texto original. Assim você se sentirá à vontade para corrigir quanto quiser, pois sabe que sempre poderá voltar atrás.
SIMPLICIDADE
Use palavras conhecidas e adequadas. Escreva com simplicidade. Para que se tenha bom domínio, prefira frases curtas. Amarre as frases, organizando as idéias. Cuidado para não mudar de assunto de repente. Conduza o leitor de maneira leve pela linha de argumentação.
CLAREZA
O segredo está em não deixar nada subentendido, nem imaginar que o leitor sabe o que você quer dizer. Evidencie todo o conteúdo da sua escrita. Lembre-se: você está comunicando a sua opinião, falando de suas idéias, narrando um fato. O mais importante é fazer-se entender.
OBJETIVIDADE
Você tem que expressar o máximo de conteúdo com o menor número de palavras possíveis. Por isso não repita idéias, não use palavras demais ou outras coisas que só para aumentem as linhas. Concentre-se no que é realmente necessário para o texto. A pesquisa prévia ajuda a selecionar melhor o que se deve usar.
UNIDADE
Não esqueça, o texto deve ter unidade, por mais longo que seja. Você deve traçar uma linha coerente do começo ao final do texto. Não pode perder de vista essa trajetória. Por isso, muita atenção no que escreve para não se perder e fugir do assunto. Eliminar o desnecessário é um dos caminhos para não se perder. Para não errar, use a seguinte ordem: introdução, argumentação e conclusão da idéia.
COERÊNCIA
A coerência entre todas as partes de seu texto, é fator primordial para se escrever bem. É necessário que elas formem um todo. Para isso, é necessário estabelecer uma ordem para as idéias se completem e formem o corpo da narrativa. Explique, mostre as causas e as conseqüências.
EXEMPLOS
Obedecer uma ordem cronológica é um maneira de se acertar sempre, apesar de não ser criativa. Nesta linha, parta do geral para o particular, do objetivo para o subjetivo, do concreto para o abstrato. Use figuras de linguagem para que o texto fique interessante. As metáforas também enriquecem a redação.
ÊNFASE
Procure chamar a atenção para o assunto com palavras fortes, cheias de significado, principalmente no início da narrativa. Use o mesmo recurso para destacar trechos importantes. Uma boa conclusão é essencial para mostrar a importância do assunto escolhido. Remeter o leitor à idéia inicial é uma boa maneira de fechar o texto.
LEIA E RELEIA
Lembre-se, é fundamental pensar, planejar, escrever e reler seu texto. Mesmo com todos os cuidados, pode ser que você não consiga se expressar de forma clara e concisa. A pressa pode atrapalhar. Com calma, verifique se os períodos não ficaram longos, obscuros. Veja se você não repetiu palavras e idéias. Àmedida que você relê o texto, essas falhas aparecem, inclusive, erros de ortografia e acentuação. Não se apegue ao escrito. Refaça se for preciso. Não tenha preguiça, passe tudo a limpo quantas vezes forem necessárias. No computador, esta tarefa se torna mais fácil. Faça sempre uma cópia do texto original. Assim você se sentirá à vontade para corrigir quanto quiser, pois sabe que sempre poderá voltar atrás.
quarta-feira, 4 de março de 2009
História da Indústria Farmacêutica no Brasil
Cronologia
1549
• O primeiro boticário brasileiro
Thomé de Souza, primeiro governador geral da nova colônia portuguesa, desembarcou em 1549 na Bahia trazendo cerca de mil pessoas, entre elas apenas um boticário, Diogo da Costa. É ele o primeiro farmacêutico do país.
1550
• As boticas jesuítas
Jesuítas desembarcam na nova colônia portuguesa com missão evangélica e também sanitária. Foram eles que atuaram como boticários, preparando remédios e tratando doentes. Absorveram muitos dos preparados indígenas.
1565
• Livro sobre produtos medicinais do Novo Mundo - O médico Nicolás Monardes (1493 - 1588) publica em Sevilha, Espanha, sua obra Dos libros, el uno que trata de todas as cosas que traen de nuestras Indias Occiddentales que siervem al uso de la Medicina..., reimpressa sucessivas vezes e traduzidas para várias línguas, em que descreve substâncias minerais e vegetais usadas pelos índios.
1640
• Permitido funcionamento de boticas - A Coroa portuguesa permite o funcionamento de boticas no território da colônia, melhorando o comércio local de remédios.
1685
• Primeira publicação médica brasileira - É publicado o Tratado Único das Bexigas e Sarampo, de autoria de Romão Mósia Reinhipo, primeiro texto sobre medicina escrito no Brasil.
1700
• A primeira fórmula brasileira - Surge o primeiro medicamento jenuinamente brasileiro. ATríaga Brasílica era composta de várias drogas nacionais produzida pela Botica do Colégio dos Jesuítas da Bahia. Era usada como antídoto e contraveneno na mordedura de animais pessonhentos e em doenças febris.
1744
• Boticas na colônia - Em 16 de maio, o físico-mor (médico) do reino de Portugal, doutor Cypriano de Pinna Pestana proíbe o comércio ilegal de medicamentos. Desde o princípio do século 16 o comércio de drogas e medicamentos, mediante ou não receituário dos físicos, era privativo dos boticários.
1794
• Regulamentação das boticas - Maria I publica edital em que torna obrigatório que toda botica tenha um exemplar da Pharmacopeia Geral. As especialidades encontradas nas boticas eram em grande maioria importadas da França, Inglaterra e EUA, como Purgativo Le Roy, Água de Melissa dos Carmelitas, Água Francesa e a da Raínha da Inglaterra; Pílulas de Belloste, Peitoral de Cerejas de Ayer, Maravilha Curativa de Humphrey, Pastilhas de Vichy, Emulsão de Scott etc.
1808
• Primeira escola de medicina - Com a transferência da sede da Monarquia para o Brasil, o príncipe regente - mais tarde rei - dom João IV cria a Escola de Cirurgia da Bahia e em 5 de novembro a Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro. Também cria por decreto a botica do Hospital Militar instalado no Colégio dos Jesuítas, no Morro do Castelo, Rio de Janeiro.
1823
• Mais faculdades de medicina - Criadas as Faculdades de Medicina da Bahia e Rio de Janeiro tendo o Curso de Farmácia entre suas capacitações, com três anos de duração.
1832
• Cursos de farmácia - São criados os primeiros cursos de farmácia no país, integrados às Escolas de Medicina do Rio de Janeiro e Bahia.
1833
• Alcalóide isolado: cloridrato de pereirinha - O boticário carioca Ezequiel Correia dos Santos, impressionado com o surto de malária na cidade do Rio de Janeiro, empreende pesquisas em torno do “pau-forquilha”, ou “pau-pereira” (geissospermum vellosii, Fr. All. ou geissospermum laeve), vegetal que era empiricamente usado como remédio popular. Obteve êxito isolando da casca dovegetal um alcalóide, ao qual denominou “pereirinha”. Logo depois fabricou seu cloridrato, de largo uso até princípios do século.
1839
• Primeira escola de farmácia - Criada a Escola de Farmácia de Ouro Preto em 4 de abril, pelo governo provincial de Minas Gerais, pioneira na formação de farmacêuticos no país.
1850
• Laboratórios em funcionamento - No ano de 1850 havia cinco laboratórios farmacêuticos instalados na Capital do Império.
1852
• Regulamentação das boticas - O Governo Imperial estabelecia, em decreto, uma tabela de medicamentos indispensáveis para as boticas.
1858
• Boticas e médicos em SP - Havia nesta data apenas quatro boticas na cidade de São Paulo e doze médicos, ano em que o alemão Gustav Schaumann inaugura à Rua São Bento a botica Veado D’Ouro.
1860
• Primeiro produto industrializado - Lançada pelo farmacêutico gaúcho João Daudt Filho, a pomada Boro-borácica é considerada o primeiro produto industrializado da indústria farmacêutica nacional.
1861
• Exposição Nacional da Indústria - A realização no Rio de Janeiro da Exposição Nacional da Indústria no ano de 1861 é o marco inicial da industrialização brasileira, do qual participaram os produtores farmacêuticos da época. A feira marca o fim da fase pré-industrial da indústria farmacêutica brasileira.
1870
• Boticas viram farmácias - Surgem várias boticas ou “farmácias”, como passam a se denominar, na capital paulista. Também foram criadas as drogarias, que deveriam por lei restringir-se à venda de drogas (sais básicos e outras) aos farmacêuticos, mas que frequentemente vendiam medicamentos ao público em geral. As farmácias foram no Brasil, assim como nos demais países ocidentais, berços da indústria farmacêutica que a partir de fins do século passa a se ocupar da produção de remédios em larga escala.
• Criada a Casa Granado - Nasce a Casa Granado, um dos laboratórios pioneiros do país instalado no Rio de Janeiro, criador de diversas especialidades farmacêuticas como a Água Inglesa Granado, Magnésia Fluída Granado, Vinho de Quino, Xarope Antiasmático Imabaibina, Xarope de Urucu composto.
1889
• Primeira fase industrial - A proclamação da República em 15 de novembro encontrou a produção farmacêutica brasileira no apogeu de sua primeira fase industrial, que se prolongaria até 1914 e que assistiu à fundação dos primeiros laboratórios industriais produtores não só de medicamentos de origem vegetal, mas também de origem mineral e até animal (opoterapia, soros e vacinas). Havia então 35 laboratórios no país.
• 1899
No Brasil, com a epidemia pestosa, surgiram vários laboratórios para o preparo da vacina e do soro antipestoso, que depois se tornaram centros de pesquisa. Nesse contexto, destacou-se o nome de Oswaldo Cruz, que inicialmente trabalhava no Instituto Soroterápico Municipal, no Rio de Janeiro, e depois em Manguinhos.
1901
• Profissão farmacêutica reconhecida - Lei Epitácio Pessoa determina que só farmacêuticos formados poderiam exercer a profissão. Paulatinamente os “boticários aprovados” e práticos começavam a desaparecer.
1902
• Instituto de Patologia de Manguinhos é criado oficialmente. Em 1907 obteve o 1º prêmio da Exposição Internacional de Higiene, realizada em Berlim. Era um instituto reconhecido internacionalmente, com uma produção de alta qualidade equiparando-se aos seus similares estrangeiros.
1906
• Fundado Instituto Pasteur - Instalado em São Paulo, sob a forma de fundação, o Instituto Pasteur, com a finalidade de preparar vacinas contra a raiva.
1907
• Censo de laboratórios
• Censo realizado pelo Centro Industrial do Brasil este ano revela a existência de 60 laboratórios farmacêuticos em funcionamento no país.
1915
• Segunda fase da indústria farmacêutica - Este ano marca o início da segunda fase industrial impulsionada pela deflagração da Primeira Grande Guerra, que privou o Brasil de grande soma de medicamentos e deu início a uma fase de desenvolvimento geral dos nossos laboratórios, com o aperfeiçoamento dos métodos científicos e de produção. Além disso, foi o período do despertar dos laboratórios estrangeiros para o potencial representado pelo mercado brasileiro. Teve início a produção no Brasil de produtos de origem francesa, italiana, suíça, alemã, inglesa e norte-americana, em pequena escala. Ainda se fazia necessária a importação de quase todos os produtos químicos básicos.
• Fundado o Instituto Medicamenta - Fontoura & Serpe - É fundado em São Paulo o Instituto Medicamenta pelo farmacêutico Cândido Fontoura, que se reuniu mais tarde em sociedade com outro farmacêutico, Francisco Serpe.
1917
• Primeira farmacopéia - Editada a Pharmacopéia Paulista, pioneira no país, oficializada pelo governo passando a vigorar imediatamente em todo o Estado de São Paulo.
1919
• Criada a Cia Chimica Rhodia Brasileira - É instalada em Santo André, SP, a Rhodia do Brasil, empresa de origem francesa, que passa a importar e fabricar aqui medicamentos e produtos químicos de ponta.
1920
Censo de laboratórios - O Recenceamento Geral da República encontra 186 indústrias farmacêuticas instaladas no país, o tríplo do que existia há uma década.
1926
• Primeira farmacopéia nacional - Editada a Pharmacopéia dos Estados Unidos do Brasil, organizada pelo farmacêutico Rodolpho Albino Dias da Silva, com declaração de uso obrigatório a partir de agosto de 1929.
1936
• As sulfas - Dá-se a introdução da sulfanilamida, no mercado brasileiro havendo a partir de então uma substituição dos produtos biológicos pelos sintéticos.
1938
• Desenvolvimento de farmácias e laboratórios - Em publicação intitulada “Pharmacia e Pharmaceuticos no Brasil”, Cândido Fontoura, pioneiro fundador do Laboratório Fontoura, aponta a existência de 6.760 farmácias e 2.954 farmacêuticos formados em todo o país; e ainda 452 laboratórios farmacêuticos nacionais, contra 44 laboratórios estrangeiros.
1939
• Segunda Grande Guerra - O início da Segunda Guerra Mundial leva o mercado farmacêutico brasileiro a uma nova etapa de crescimento devido às dificuldades de importação de medicamentos. A indústria nacional passou então a fabricar cafeína, teobramina, estricnina, cumarina, atropina, hiosciamina e escopalamina, ópio, eucliptol, quinina, curcumina, emetina, pilocarpina, digitalina, extrtatos glandulares, hormônios etc.
1940
• Terceira fase da indústria farmacêutica - Inicia-se a terceira fase industrial do setor farmacêutico brasileiro. Com as insuperáveis dificuldades para importação de matérias-primas, máquinas e utensílios nossos laboratórios viram-se obrigados a suprir sozinhos a demanda interna, chegando até a suprir os países europeus de alguns produtos.
1947
Levantamento mostra concentração em SP e Rio - Levantamento realizado pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos indica a concentração da produção de medicamentos no eixo Rio - São Paulo. Das 611 empresas registradas, apenas 42 ficavam fora deste eixo. O setor absorvia 40 mil operários. Devido à guerra, naquele período o país havia aumentado sua exportação no setor. Do consumo interno, apenas 10,75% dos produtos eram importados.
1954
• Balanço positivo - Em balanço sobre a indústria nacional de medicamentos publicado no mês de julho, o presidente da Federação das Indústrias do Rio, Zulfo de Freitas Mallmann, situa nossos laboratórios em 4º lugar no ranking internacional, logo abaixo da indústrias americana, francesa e alemã. Aponta a existência de 682 laboratórios em atividade no país, entre nacionais e nacionalizados, abastecendo o mercado em 95%, de suas necessidades.
1959
• Farmacopéia Brasileira II - Publicado o decreto 45.502, em 27 de fevereiro, oficializando a Farmacopéia Brasileira II, que passou a vigorar em todo o território brasileiro.
1963
• Consolidação da indústria farmacêutica - Em palestra proferida na Associação Brasileira de Farmacêuticos, em 12 de outubro, o dr. Valdir da Rocha informa a existência de cerca de 12 mil medicamentos em comercialização no país, proporcionando um faturamento de 300 milhões de dólares anuais à indústria farmacêutica, a 6ª do país.
1964
Relação de Fármacos Essenciais - Em 26 de fevereiro é editado o Decreto n 53.612 contendo a primeira Relação Básica e Prioritária de Produtos Biológicos e Materiais para uso faracêutico humano e veterinário no país.
1965
Criada a CONEP - Em 26 de fevereiro, o governo federal cria a CONEP – Comissão Nacional de Estímulo à Estabilizacão dos Preços -, com o objetivo de dar instruções e fiscalizar a manutenção de preços dos produtos.
1966
SUNAB - Pela Resolução 135, de 22/12/96, a SUNAB determina a marcacão do “Preço Nacional”, o que gerou polêmica, na medida em que as indústrias teriam que arcar com os custos de trasnportes para longas distâncias sem poder repassá-los aos peços.
1967
• Nomeclatura dos fármacos - Portaria n 9 do SNFMF, editada em 26 de maio de 1967, “diciplina a nomeclatura das formas farmacêuticas ecitando o uso, em cartuchos, rótulos e bulas, de termos inadequados”. Fica proibida a nomemclatura do medicamento com vocábulo fantasia.
1968
• FURP - O governo de São Paulo institui a FURP – Fundação para o Remédio Popular, com função de fabricar medicamentos.
• CIP - Criado em setembro de 1968 o CIP – Conselho Interministerial de Preços. Suas atribuições são a análise e avaliações dos preços dos medicamentos.
1969
• Lei desreconhece patentes - Legislação nacional passa a admitir a produção de produtos similares. A lei estimula a produção de matéria prima farmacêutica por cópia de processos conhecidos a custos bem menores que os necessários no desenvolvimento de novos medicamentos.
1970
• Governo cria o INPI - A Lei n 5.468, de 11 de dezembro, criou o INPI – Instituto Nacional De Propriedade Industrial. Sua principal função é “executar as normas que regulam a propriedade industrial”.
1971
• Lei abole patentes - É editada a Lei n 5.772 que estabelece que não são privilegiáveis “as substâncias, matérias, misturas ou produtos alimentícios, químicos, farmacêuticos e medicamentos de qualquer espécie, bem como os respectivos processos de obtenção ou modificacão”. Dessa forma, são abolidos os privilégios sobre patentes no Brasil. Com a lei, qualquer substância ativa descoberta podia ser copiada, por similaridade.
• Criação da CEME - É criada a Central de Medicamentos, órgão do governo federal responsável pela compra e distribuição de medicamentos para a população.
1973
• Balanço industrial da CEME - Das 50 empresas de grande porte atuando no setor, 33 eram estrangeiras. Somadas às 71 de médio, ás 79 de pequeno e a outras 28 não classificadas, somou-se um total de 228 indústrias farmacêuticas atuando no país em 1973 apenas no setor de produção.
1974
• Balanço industrial - A indústria farmacêutica congregava 529 empresas legalmente reconhecidas, das quais 460 nacionais e 69 estrangeiras. 50% dos princípios ativos dos fármacos, obtidos por processos de extração, fermentação ou síntese química eram importados e 90% das drogas colocadas no mercado decorriam de pesquisas feitas no exterior.
1976
• Receitas médicas - Em 23 de setembro, a Lei 6.360 cria a exigência de apresentação de receia médica na venda de medimentos, com o objetivo de controlar o consumo de fármcos que geram dependência química.
1977
• Embalagens - O Decreto n 79.094 estabelece a obrigatoriedade da imprenssão, nas embalagens dos medicamento, de tarjas para duas categorias: vermelha para medicamentos ético e preta para medicamentos psicotrópicos que causam dependência.
1985
• Congelamento de preços - O primeiro governo civil do país, após o período militar, adota como política antiinflacionária o congelamento geral de preços, incluindo os produtos famacêuticos.
1991
• Liberacão de preços - Com portaria n 430, o governo federal inicia um processo de liberação de preços de forma gradual e monitorada. A medida foi interrompida em agosto devido a problemas de desabastecimento do mercado. Continuaram tabelados os medicamentos para doenças crônicas, além dos de uso obrigatório e contínuo.
1992
• Novo controle - Em novembro, o governo federal volta a controlar os preços dos medicamentos, cujos aumentos deveriam ser submetidos à aprovação da Presidência da República e dos Ministérios da Saúde e da Fazenda.
1994
• Plano Real - Em abril é implantado o Plano Real, que muda a moeda do Brasil. O setor farmacêutico assume o compromisso de monitorar os procedimentos de conversão dos preços dos fármacos para a nova moeda.
1997
• Patente sobre medicamentos - Em 15 de maio é sancionada a Lei n 9.279, que institui o novo Código de Propriedade Industrial para o país, estabelecendo novas regras para registro de patentes sobre remédios, alimentos, produtos químicos e bacteriológicos. O período de vigência da patentes para invenções é de 20 anos e, para registro de marcas, de 10 anos.
Fontes: (1)A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA NO BRASIL. Consultec/ABIF, Vol. I, R.J.,
março/1964. A SITUAÇÃO ECONÔMICA DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA NO BRASIL, Consultec/ABIF, RJ, 02/1968.
RESENHA ABIF - JANEIRO DE 1961 - VOL. XIII - NÚMERO 1 Indústria Farmacêutica e Cidadania – Abifarma 50 anos.
1549
• O primeiro boticário brasileiro
Thomé de Souza, primeiro governador geral da nova colônia portuguesa, desembarcou em 1549 na Bahia trazendo cerca de mil pessoas, entre elas apenas um boticário, Diogo da Costa. É ele o primeiro farmacêutico do país.
1550
• As boticas jesuítas
Jesuítas desembarcam na nova colônia portuguesa com missão evangélica e também sanitária. Foram eles que atuaram como boticários, preparando remédios e tratando doentes. Absorveram muitos dos preparados indígenas.
1565
• Livro sobre produtos medicinais do Novo Mundo - O médico Nicolás Monardes (1493 - 1588) publica em Sevilha, Espanha, sua obra Dos libros, el uno que trata de todas as cosas que traen de nuestras Indias Occiddentales que siervem al uso de la Medicina..., reimpressa sucessivas vezes e traduzidas para várias línguas, em que descreve substâncias minerais e vegetais usadas pelos índios.
1640
• Permitido funcionamento de boticas - A Coroa portuguesa permite o funcionamento de boticas no território da colônia, melhorando o comércio local de remédios.
1685
• Primeira publicação médica brasileira - É publicado o Tratado Único das Bexigas e Sarampo, de autoria de Romão Mósia Reinhipo, primeiro texto sobre medicina escrito no Brasil.
1700
• A primeira fórmula brasileira - Surge o primeiro medicamento jenuinamente brasileiro. ATríaga Brasílica era composta de várias drogas nacionais produzida pela Botica do Colégio dos Jesuítas da Bahia. Era usada como antídoto e contraveneno na mordedura de animais pessonhentos e em doenças febris.
1744
• Boticas na colônia - Em 16 de maio, o físico-mor (médico) do reino de Portugal, doutor Cypriano de Pinna Pestana proíbe o comércio ilegal de medicamentos. Desde o princípio do século 16 o comércio de drogas e medicamentos, mediante ou não receituário dos físicos, era privativo dos boticários.
1794
• Regulamentação das boticas - Maria I publica edital em que torna obrigatório que toda botica tenha um exemplar da Pharmacopeia Geral. As especialidades encontradas nas boticas eram em grande maioria importadas da França, Inglaterra e EUA, como Purgativo Le Roy, Água de Melissa dos Carmelitas, Água Francesa e a da Raínha da Inglaterra; Pílulas de Belloste, Peitoral de Cerejas de Ayer, Maravilha Curativa de Humphrey, Pastilhas de Vichy, Emulsão de Scott etc.
1808
• Primeira escola de medicina - Com a transferência da sede da Monarquia para o Brasil, o príncipe regente - mais tarde rei - dom João IV cria a Escola de Cirurgia da Bahia e em 5 de novembro a Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro. Também cria por decreto a botica do Hospital Militar instalado no Colégio dos Jesuítas, no Morro do Castelo, Rio de Janeiro.
1823
• Mais faculdades de medicina - Criadas as Faculdades de Medicina da Bahia e Rio de Janeiro tendo o Curso de Farmácia entre suas capacitações, com três anos de duração.
1832
• Cursos de farmácia - São criados os primeiros cursos de farmácia no país, integrados às Escolas de Medicina do Rio de Janeiro e Bahia.
1833
• Alcalóide isolado: cloridrato de pereirinha - O boticário carioca Ezequiel Correia dos Santos, impressionado com o surto de malária na cidade do Rio de Janeiro, empreende pesquisas em torno do “pau-forquilha”, ou “pau-pereira” (geissospermum vellosii, Fr. All. ou geissospermum laeve), vegetal que era empiricamente usado como remédio popular. Obteve êxito isolando da casca dovegetal um alcalóide, ao qual denominou “pereirinha”. Logo depois fabricou seu cloridrato, de largo uso até princípios do século.
1839
• Primeira escola de farmácia - Criada a Escola de Farmácia de Ouro Preto em 4 de abril, pelo governo provincial de Minas Gerais, pioneira na formação de farmacêuticos no país.
1850
• Laboratórios em funcionamento - No ano de 1850 havia cinco laboratórios farmacêuticos instalados na Capital do Império.
1852
• Regulamentação das boticas - O Governo Imperial estabelecia, em decreto, uma tabela de medicamentos indispensáveis para as boticas.
1858
• Boticas e médicos em SP - Havia nesta data apenas quatro boticas na cidade de São Paulo e doze médicos, ano em que o alemão Gustav Schaumann inaugura à Rua São Bento a botica Veado D’Ouro.
1860
• Primeiro produto industrializado - Lançada pelo farmacêutico gaúcho João Daudt Filho, a pomada Boro-borácica é considerada o primeiro produto industrializado da indústria farmacêutica nacional.
1861
• Exposição Nacional da Indústria - A realização no Rio de Janeiro da Exposição Nacional da Indústria no ano de 1861 é o marco inicial da industrialização brasileira, do qual participaram os produtores farmacêuticos da época. A feira marca o fim da fase pré-industrial da indústria farmacêutica brasileira.
1870
• Boticas viram farmácias - Surgem várias boticas ou “farmácias”, como passam a se denominar, na capital paulista. Também foram criadas as drogarias, que deveriam por lei restringir-se à venda de drogas (sais básicos e outras) aos farmacêuticos, mas que frequentemente vendiam medicamentos ao público em geral. As farmácias foram no Brasil, assim como nos demais países ocidentais, berços da indústria farmacêutica que a partir de fins do século passa a se ocupar da produção de remédios em larga escala.
• Criada a Casa Granado - Nasce a Casa Granado, um dos laboratórios pioneiros do país instalado no Rio de Janeiro, criador de diversas especialidades farmacêuticas como a Água Inglesa Granado, Magnésia Fluída Granado, Vinho de Quino, Xarope Antiasmático Imabaibina, Xarope de Urucu composto.
1889
• Primeira fase industrial - A proclamação da República em 15 de novembro encontrou a produção farmacêutica brasileira no apogeu de sua primeira fase industrial, que se prolongaria até 1914 e que assistiu à fundação dos primeiros laboratórios industriais produtores não só de medicamentos de origem vegetal, mas também de origem mineral e até animal (opoterapia, soros e vacinas). Havia então 35 laboratórios no país.
• 1899
No Brasil, com a epidemia pestosa, surgiram vários laboratórios para o preparo da vacina e do soro antipestoso, que depois se tornaram centros de pesquisa. Nesse contexto, destacou-se o nome de Oswaldo Cruz, que inicialmente trabalhava no Instituto Soroterápico Municipal, no Rio de Janeiro, e depois em Manguinhos.
1901
• Profissão farmacêutica reconhecida - Lei Epitácio Pessoa determina que só farmacêuticos formados poderiam exercer a profissão. Paulatinamente os “boticários aprovados” e práticos começavam a desaparecer.
1902
• Instituto de Patologia de Manguinhos é criado oficialmente. Em 1907 obteve o 1º prêmio da Exposição Internacional de Higiene, realizada em Berlim. Era um instituto reconhecido internacionalmente, com uma produção de alta qualidade equiparando-se aos seus similares estrangeiros.
1906
• Fundado Instituto Pasteur - Instalado em São Paulo, sob a forma de fundação, o Instituto Pasteur, com a finalidade de preparar vacinas contra a raiva.
1907
• Censo de laboratórios
• Censo realizado pelo Centro Industrial do Brasil este ano revela a existência de 60 laboratórios farmacêuticos em funcionamento no país.
1915
• Segunda fase da indústria farmacêutica - Este ano marca o início da segunda fase industrial impulsionada pela deflagração da Primeira Grande Guerra, que privou o Brasil de grande soma de medicamentos e deu início a uma fase de desenvolvimento geral dos nossos laboratórios, com o aperfeiçoamento dos métodos científicos e de produção. Além disso, foi o período do despertar dos laboratórios estrangeiros para o potencial representado pelo mercado brasileiro. Teve início a produção no Brasil de produtos de origem francesa, italiana, suíça, alemã, inglesa e norte-americana, em pequena escala. Ainda se fazia necessária a importação de quase todos os produtos químicos básicos.
• Fundado o Instituto Medicamenta - Fontoura & Serpe - É fundado em São Paulo o Instituto Medicamenta pelo farmacêutico Cândido Fontoura, que se reuniu mais tarde em sociedade com outro farmacêutico, Francisco Serpe.
1917
• Primeira farmacopéia - Editada a Pharmacopéia Paulista, pioneira no país, oficializada pelo governo passando a vigorar imediatamente em todo o Estado de São Paulo.
1919
• Criada a Cia Chimica Rhodia Brasileira - É instalada em Santo André, SP, a Rhodia do Brasil, empresa de origem francesa, que passa a importar e fabricar aqui medicamentos e produtos químicos de ponta.
1920
Censo de laboratórios - O Recenceamento Geral da República encontra 186 indústrias farmacêuticas instaladas no país, o tríplo do que existia há uma década.
1926
• Primeira farmacopéia nacional - Editada a Pharmacopéia dos Estados Unidos do Brasil, organizada pelo farmacêutico Rodolpho Albino Dias da Silva, com declaração de uso obrigatório a partir de agosto de 1929.
1936
• As sulfas - Dá-se a introdução da sulfanilamida, no mercado brasileiro havendo a partir de então uma substituição dos produtos biológicos pelos sintéticos.
1938
• Desenvolvimento de farmácias e laboratórios - Em publicação intitulada “Pharmacia e Pharmaceuticos no Brasil”, Cândido Fontoura, pioneiro fundador do Laboratório Fontoura, aponta a existência de 6.760 farmácias e 2.954 farmacêuticos formados em todo o país; e ainda 452 laboratórios farmacêuticos nacionais, contra 44 laboratórios estrangeiros.
1939
• Segunda Grande Guerra - O início da Segunda Guerra Mundial leva o mercado farmacêutico brasileiro a uma nova etapa de crescimento devido às dificuldades de importação de medicamentos. A indústria nacional passou então a fabricar cafeína, teobramina, estricnina, cumarina, atropina, hiosciamina e escopalamina, ópio, eucliptol, quinina, curcumina, emetina, pilocarpina, digitalina, extrtatos glandulares, hormônios etc.
1940
• Terceira fase da indústria farmacêutica - Inicia-se a terceira fase industrial do setor farmacêutico brasileiro. Com as insuperáveis dificuldades para importação de matérias-primas, máquinas e utensílios nossos laboratórios viram-se obrigados a suprir sozinhos a demanda interna, chegando até a suprir os países europeus de alguns produtos.
1947
Levantamento mostra concentração em SP e Rio - Levantamento realizado pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos indica a concentração da produção de medicamentos no eixo Rio - São Paulo. Das 611 empresas registradas, apenas 42 ficavam fora deste eixo. O setor absorvia 40 mil operários. Devido à guerra, naquele período o país havia aumentado sua exportação no setor. Do consumo interno, apenas 10,75% dos produtos eram importados.
1954
• Balanço positivo - Em balanço sobre a indústria nacional de medicamentos publicado no mês de julho, o presidente da Federação das Indústrias do Rio, Zulfo de Freitas Mallmann, situa nossos laboratórios em 4º lugar no ranking internacional, logo abaixo da indústrias americana, francesa e alemã. Aponta a existência de 682 laboratórios em atividade no país, entre nacionais e nacionalizados, abastecendo o mercado em 95%, de suas necessidades.
1959
• Farmacopéia Brasileira II - Publicado o decreto 45.502, em 27 de fevereiro, oficializando a Farmacopéia Brasileira II, que passou a vigorar em todo o território brasileiro.
1963
• Consolidação da indústria farmacêutica - Em palestra proferida na Associação Brasileira de Farmacêuticos, em 12 de outubro, o dr. Valdir da Rocha informa a existência de cerca de 12 mil medicamentos em comercialização no país, proporcionando um faturamento de 300 milhões de dólares anuais à indústria farmacêutica, a 6ª do país.
1964
Relação de Fármacos Essenciais - Em 26 de fevereiro é editado o Decreto n 53.612 contendo a primeira Relação Básica e Prioritária de Produtos Biológicos e Materiais para uso faracêutico humano e veterinário no país.
1965
Criada a CONEP - Em 26 de fevereiro, o governo federal cria a CONEP – Comissão Nacional de Estímulo à Estabilizacão dos Preços -, com o objetivo de dar instruções e fiscalizar a manutenção de preços dos produtos.
1966
SUNAB - Pela Resolução 135, de 22/12/96, a SUNAB determina a marcacão do “Preço Nacional”, o que gerou polêmica, na medida em que as indústrias teriam que arcar com os custos de trasnportes para longas distâncias sem poder repassá-los aos peços.
1967
• Nomeclatura dos fármacos - Portaria n 9 do SNFMF, editada em 26 de maio de 1967, “diciplina a nomeclatura das formas farmacêuticas ecitando o uso, em cartuchos, rótulos e bulas, de termos inadequados”. Fica proibida a nomemclatura do medicamento com vocábulo fantasia.
1968
• FURP - O governo de São Paulo institui a FURP – Fundação para o Remédio Popular, com função de fabricar medicamentos.
• CIP - Criado em setembro de 1968 o CIP – Conselho Interministerial de Preços. Suas atribuições são a análise e avaliações dos preços dos medicamentos.
1969
• Lei desreconhece patentes - Legislação nacional passa a admitir a produção de produtos similares. A lei estimula a produção de matéria prima farmacêutica por cópia de processos conhecidos a custos bem menores que os necessários no desenvolvimento de novos medicamentos.
1970
• Governo cria o INPI - A Lei n 5.468, de 11 de dezembro, criou o INPI – Instituto Nacional De Propriedade Industrial. Sua principal função é “executar as normas que regulam a propriedade industrial”.
1971
• Lei abole patentes - É editada a Lei n 5.772 que estabelece que não são privilegiáveis “as substâncias, matérias, misturas ou produtos alimentícios, químicos, farmacêuticos e medicamentos de qualquer espécie, bem como os respectivos processos de obtenção ou modificacão”. Dessa forma, são abolidos os privilégios sobre patentes no Brasil. Com a lei, qualquer substância ativa descoberta podia ser copiada, por similaridade.
• Criação da CEME - É criada a Central de Medicamentos, órgão do governo federal responsável pela compra e distribuição de medicamentos para a população.
1973
• Balanço industrial da CEME - Das 50 empresas de grande porte atuando no setor, 33 eram estrangeiras. Somadas às 71 de médio, ás 79 de pequeno e a outras 28 não classificadas, somou-se um total de 228 indústrias farmacêuticas atuando no país em 1973 apenas no setor de produção.
1974
• Balanço industrial - A indústria farmacêutica congregava 529 empresas legalmente reconhecidas, das quais 460 nacionais e 69 estrangeiras. 50% dos princípios ativos dos fármacos, obtidos por processos de extração, fermentação ou síntese química eram importados e 90% das drogas colocadas no mercado decorriam de pesquisas feitas no exterior.
1976
• Receitas médicas - Em 23 de setembro, a Lei 6.360 cria a exigência de apresentação de receia médica na venda de medimentos, com o objetivo de controlar o consumo de fármcos que geram dependência química.
1977
• Embalagens - O Decreto n 79.094 estabelece a obrigatoriedade da imprenssão, nas embalagens dos medicamento, de tarjas para duas categorias: vermelha para medicamentos ético e preta para medicamentos psicotrópicos que causam dependência.
1985
• Congelamento de preços - O primeiro governo civil do país, após o período militar, adota como política antiinflacionária o congelamento geral de preços, incluindo os produtos famacêuticos.
1991
• Liberacão de preços - Com portaria n 430, o governo federal inicia um processo de liberação de preços de forma gradual e monitorada. A medida foi interrompida em agosto devido a problemas de desabastecimento do mercado. Continuaram tabelados os medicamentos para doenças crônicas, além dos de uso obrigatório e contínuo.
1992
• Novo controle - Em novembro, o governo federal volta a controlar os preços dos medicamentos, cujos aumentos deveriam ser submetidos à aprovação da Presidência da República e dos Ministérios da Saúde e da Fazenda.
1994
• Plano Real - Em abril é implantado o Plano Real, que muda a moeda do Brasil. O setor farmacêutico assume o compromisso de monitorar os procedimentos de conversão dos preços dos fármacos para a nova moeda.
1997
• Patente sobre medicamentos - Em 15 de maio é sancionada a Lei n 9.279, que institui o novo Código de Propriedade Industrial para o país, estabelecendo novas regras para registro de patentes sobre remédios, alimentos, produtos químicos e bacteriológicos. O período de vigência da patentes para invenções é de 20 anos e, para registro de marcas, de 10 anos.
Fontes: (1)A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA NO BRASIL. Consultec/ABIF, Vol. I, R.J.,
março/1964. A SITUAÇÃO ECONÔMICA DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA NO BRASIL, Consultec/ABIF, RJ, 02/1968.
RESENHA ABIF - JANEIRO DE 1961 - VOL. XIII - NÚMERO 1 Indústria Farmacêutica e Cidadania – Abifarma 50 anos.
domingo, 1 de março de 2009
ALGUNS SITES DE INTERESSE PARA A SAÚDE E PESQUISA EM SAÚDE COLETIVA
Brasileiros:
http://www.funasa.gov.br – site da Fundação Nacional de Saúde, com “link” para o CENEPI (Centro Nacional de Epidemiologia) e outros. Traz informações sobre o trabalho da Fundação, projetos, artigos e publicações (como o Informe Epidemiológico do SUS, Guia de Vigilância Epidemiológica), entre outros. A maioria das publicações está no formato PDF (portable document file), que é lido pelo “Acrobat Reader”, programa gratuito que pode ser obtido, por download, no site: http://www.adobe.com.br e, posteriormente, instalado em qualquer computador.
http://www.datasus.gov.br – Proporciona consulta a dados referentes ao SUS, banco de dados por unidade da federação e municípios. É possível acessar dados da RIPSA (Rede Interagencial de Informações para a Saúde) - “Indicadores e Dados Básicos - Brasil” (IDB), contendo dados demográficos, socioeconômicos, de mortalidade, de morbidade, fatores de risco, de recursos e cobertura de profissionais e serviços.
http://www.saude.gov.br/ - Site do Ministério da Saúde com informações diversas sobre dados de saúde no país, decretos e portarias do Ministério, etc.
http://www.saude.pr.gov.br/ - Site da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, com diversos dados epidemiológicos para os municípios do estado.
http://www.londrina.pr.gov.br/ - Site da Prefeitura do Município de Londrina, possibilitando acesso a diversas informações, incluindo o Boletim Informativo da Saúde (BIS) a partir do ano 2001.
http://www.abrasco.org.br – site da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. Traz informações sobre eventos (Congressos, etc.), livros, revistas e outros na área de saúde coletiva e ensino. Possibilita o pedido de livros, por correio.
http://www.sbpcnet.org.br - site da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, com acesso a publicações (Ciência Hoje e outras), fórum de debates, caderno de endereços com instituições científicas do Brasil e do mundo.
http://www.aids.gov.br – Toda e qualquer informação ligada à AIDS no Brasil: Boletins epidemiológicos estaduais e nacional sobre AIDS, links para conferências e congressos sobre o tema, informações sobre a doença.
http://www.conselho.saude.gov.br – site do Conselho Nacional de Saúde, traz diversas informações sobre a questão da organização do setor saúde.
http://www.fsp.usp.br/ - Site da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Informações gerais sobre o seu funcionamento, departamentos, linhas de pesquisa, publicações na área de saúde pública e cursos.
http://www.fsp.usp.br/~cbcd – Site do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (Centro da OMS para a Classificação de Doenças em Português). Permite acesso ao Boletim do Centro, com orientações sobre classificação de doenças.
http://www.ensp.fiocruz.br – A Escola Nacional de Saúde Pública, locada na Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) , no Rio de Janeiro, mantém este site com várias informações pertinentes à Instituição e seus pesquisadores: linhas de pesquisa, produção institucional, cursos e estágios em Saúde Pública, dentre outros, são os destaques do site.
http://www.ufpel.tche.br/medicina/epidemio – Site do programa de pós-graduação (mestrado e doutorado) da Universidade Federal de Pelotas (RS). Permite acesso aos títulos das publicações dos docentes, pesquisas em andamento, Jornal da Epidemiologia, entre outros.
http://www.procc.fiocruz.br/ades/ - Um dos poucos sites nacionais sobre Análise Espacial de Dados em Saúde. Localizados em um dos servidores da FIOCRUZ, tem informações sobre utilização de Sistemas de Informação Geográfica em Saúde, além de manter uma lista eletrônica de discussão sobre dados espaciais em saúde (ADES-L).
http://www.prossiga.br/fsp_usp/saudereprodutiva – Site da Biblioteca Virtual sobre Saúde Reprodutiva (CNPq e Faculdade de Saúde Pública da USP), onde podem ser encontradas informações importantes sobre Saúde Reprodutiva, tais como sexualidade, contracepção, aborto, AIDS, planejamento familiar, direitos reprodutivos, ética, reprodução e outros.
As informações foram divididas por categorias e, em seguida, agrupadas em informações brasileiras, estrangeiras e internacionais: Entidades, que inclui serviços de informação e bibliotecas, instituições de ensino e pesquisa, órgãos de política e fomento, ONGs, programas de pós-graduação e projetos; Eventos; Pessoas (Especialistas e Pesquisadores); Documentos, onde podem ser encontradas links para bases de dados, estatísticas, iconografia, legislação e normas, além de livros, artigos, periódicos, entre outros.
http://www.in.gov.br – possibilita acesso às páginas do Diário Oficial da União e do Diário da Justiça, gratuitamente.
http://www.biologia.ufrj.br/eclamc/ – site do Programa Estudo Colaborativo Latino-Americano de malformações congênitas – ECLAMC, aos interessados em literatura sobre esse agravo à saúde.
Internacionais:
http://www.who.org – Site da Organização Mundial da Saúde, com diversas informações e “links” para outros sites de interesse à Saúde Coletiva (inclusive Odontologia).
http://www.cdc.gov – site dos Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Traz dados estatísticos de doenças e agravos à saúde, informações sobre publicações, softwares (como, por exemplo, o Epi Info), com possibilidade de fazer o “download”.
http://www.paho.org – site da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), com informações sobre saúde na América Latina e publicações de interesse à saúde.
http://www.unicef.org – Site da UNICEF. Permite acesso a estatísticas e publicações sobre a saúde da criança.
http://www.worldbank.org – Site do Banco Mundial, que permite acesso a estatísticas sociais e econômicas de vários países, além de documentos.
http://www.pitt.edu/~super1/ - site do Supercourse em Epidemiologia e Bioestatística – acessa aulas com diapositivos sobre vários temas nessa área (em inglês).
Sites para pesquisa bibliográfica e acesso a artigos científicos:
http://www.scielo.br – Site do Scielo, onde é possível obter artigos completos de diversas revistas da área de Saúde Pública (Revista de Saúde Pública, Cadernos de Saúde Pública, Revista Panamericana de Saúde Pública, entre outras), além de artigos de outras áreas (Odontologia, Ciências Sociais, etc.).
http://www.bireme.br – Permite acesso às bases de dados do Medline e LILACS, com acesso a resumos de referências bibliográficas. Acesso também a outras bases de dados, como ADOLEC (adolescência), REPIDISCA (Literatura em Engenharia Sanitária e Ciências do Ambiente), BBO (Bibliografia Brasileira de Odontologia), PAHO (bibliografia da Organização Panamericana de Saúde), DESASTRES (Acervo do Centro de Documentação de Desastres) e outras.
É possível obter resumos de artigos diretamente ou cadastrar-se (mediante pequeno pagamento – R$ 10,00 em junho de 2000) na Bireme para envio dos artigos completos (pedidos de fotocópias), por correio, fax ou e-mail, mediante pagamento posterior.
http://www.funasa.gov.br – permite o acesso ao periódico Informe Epidemiológico do SUS (no menu "publicações"), cujos artigos vêm em formato PDF (lidos pelo Acrobat Reader).
http://gateway.ovid.com/autologin.html – acesso somente em computadores ligados à rede da UEL. Permite acesso, entre outras bases, ao MEDLINE (através de descritores, busca artigos publicados em inúmeras revistas científicas), com possibilidade de captação de artigos completos em algumas revistas.
http://www.ccs.uel.br/espacoparasaude – Home page da revista online “Espaço para a Saúde”, editada em Londrina, pelo Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (NESCO). Permite acesso a artigos publicados (para download), normas para publicação, etc.
SITES DE AGÊNCIA DE FOMENTO À PESQUISA:
http://www.cnpq.br – Site do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), com diversas informações sobre bolsa de estudos, grupos de pesquisa no país, etc. É possível fazer o “download” do currículo Lattes, que vem sendo padronizado no País para todas as instituições de fomento à pesquisa e outras ligadas ao ensino. Esse site possibilita, ainda, fazer “links” para outras agências de fomento.
http://www.capes.gov.br – Site da CAPES (Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, ligada ao Ministério da Educação, proporciona informações sobre programas de pós-graduação no país e exterior,
http://www.finep.gov.br – Site do FINEP.
http://www.seti.gov.br/araucaria/index.htm – Site da Fundação Araucária, agência de fomento ao desenvolvimento científico e tecnológico do estado do Paraná, que tem como finalidade apoiar a pesquisa e auxiliar na formação de recursos humanos do Estado.
http://www.funasa.gov.br – site da Fundação Nacional de Saúde, com “link” para o CENEPI (Centro Nacional de Epidemiologia) e outros. Traz informações sobre o trabalho da Fundação, projetos, artigos e publicações (como o Informe Epidemiológico do SUS, Guia de Vigilância Epidemiológica), entre outros. A maioria das publicações está no formato PDF (portable document file), que é lido pelo “Acrobat Reader”, programa gratuito que pode ser obtido, por download, no site: http://www.adobe.com.br e, posteriormente, instalado em qualquer computador.
http://www.datasus.gov.br – Proporciona consulta a dados referentes ao SUS, banco de dados por unidade da federação e municípios. É possível acessar dados da RIPSA (Rede Interagencial de Informações para a Saúde) - “Indicadores e Dados Básicos - Brasil” (IDB), contendo dados demográficos, socioeconômicos, de mortalidade, de morbidade, fatores de risco, de recursos e cobertura de profissionais e serviços.
http://www.saude.gov.br/ - Site do Ministério da Saúde com informações diversas sobre dados de saúde no país, decretos e portarias do Ministério, etc.
http://www.saude.pr.gov.br/ - Site da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, com diversos dados epidemiológicos para os municípios do estado.
http://www.londrina.pr.gov.br/ - Site da Prefeitura do Município de Londrina, possibilitando acesso a diversas informações, incluindo o Boletim Informativo da Saúde (BIS) a partir do ano 2001.
http://www.abrasco.org.br – site da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. Traz informações sobre eventos (Congressos, etc.), livros, revistas e outros na área de saúde coletiva e ensino. Possibilita o pedido de livros, por correio.
http://www.sbpcnet.org.br - site da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, com acesso a publicações (Ciência Hoje e outras), fórum de debates, caderno de endereços com instituições científicas do Brasil e do mundo.
http://www.aids.gov.br – Toda e qualquer informação ligada à AIDS no Brasil: Boletins epidemiológicos estaduais e nacional sobre AIDS, links para conferências e congressos sobre o tema, informações sobre a doença.
http://www.conselho.saude.gov.br – site do Conselho Nacional de Saúde, traz diversas informações sobre a questão da organização do setor saúde.
http://www.fsp.usp.br/ - Site da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Informações gerais sobre o seu funcionamento, departamentos, linhas de pesquisa, publicações na área de saúde pública e cursos.
http://www.fsp.usp.br/~cbcd – Site do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (Centro da OMS para a Classificação de Doenças em Português). Permite acesso ao Boletim do Centro, com orientações sobre classificação de doenças.
http://www.ensp.fiocruz.br – A Escola Nacional de Saúde Pública, locada na Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) , no Rio de Janeiro, mantém este site com várias informações pertinentes à Instituição e seus pesquisadores: linhas de pesquisa, produção institucional, cursos e estágios em Saúde Pública, dentre outros, são os destaques do site.
http://www.ufpel.tche.br/medicina/epidemio – Site do programa de pós-graduação (mestrado e doutorado) da Universidade Federal de Pelotas (RS). Permite acesso aos títulos das publicações dos docentes, pesquisas em andamento, Jornal da Epidemiologia, entre outros.
http://www.procc.fiocruz.br/ades/ - Um dos poucos sites nacionais sobre Análise Espacial de Dados em Saúde. Localizados em um dos servidores da FIOCRUZ, tem informações sobre utilização de Sistemas de Informação Geográfica em Saúde, além de manter uma lista eletrônica de discussão sobre dados espaciais em saúde (ADES-L).
http://www.prossiga.br/fsp_usp/saudereprodutiva – Site da Biblioteca Virtual sobre Saúde Reprodutiva (CNPq e Faculdade de Saúde Pública da USP), onde podem ser encontradas informações importantes sobre Saúde Reprodutiva, tais como sexualidade, contracepção, aborto, AIDS, planejamento familiar, direitos reprodutivos, ética, reprodução e outros.
As informações foram divididas por categorias e, em seguida, agrupadas em informações brasileiras, estrangeiras e internacionais: Entidades, que inclui serviços de informação e bibliotecas, instituições de ensino e pesquisa, órgãos de política e fomento, ONGs, programas de pós-graduação e projetos; Eventos; Pessoas (Especialistas e Pesquisadores); Documentos, onde podem ser encontradas links para bases de dados, estatísticas, iconografia, legislação e normas, além de livros, artigos, periódicos, entre outros.
http://www.in.gov.br – possibilita acesso às páginas do Diário Oficial da União e do Diário da Justiça, gratuitamente.
http://www.biologia.ufrj.br/eclamc/ – site do Programa Estudo Colaborativo Latino-Americano de malformações congênitas – ECLAMC, aos interessados em literatura sobre esse agravo à saúde.
Internacionais:
http://www.who.org – Site da Organização Mundial da Saúde, com diversas informações e “links” para outros sites de interesse à Saúde Coletiva (inclusive Odontologia).
http://www.cdc.gov – site dos Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Traz dados estatísticos de doenças e agravos à saúde, informações sobre publicações, softwares (como, por exemplo, o Epi Info), com possibilidade de fazer o “download”.
http://www.paho.org – site da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), com informações sobre saúde na América Latina e publicações de interesse à saúde.
http://www.unicef.org – Site da UNICEF. Permite acesso a estatísticas e publicações sobre a saúde da criança.
http://www.worldbank.org – Site do Banco Mundial, que permite acesso a estatísticas sociais e econômicas de vários países, além de documentos.
http://www.pitt.edu/~super1/ - site do Supercourse em Epidemiologia e Bioestatística – acessa aulas com diapositivos sobre vários temas nessa área (em inglês).
Sites para pesquisa bibliográfica e acesso a artigos científicos:
http://www.scielo.br – Site do Scielo, onde é possível obter artigos completos de diversas revistas da área de Saúde Pública (Revista de Saúde Pública, Cadernos de Saúde Pública, Revista Panamericana de Saúde Pública, entre outras), além de artigos de outras áreas (Odontologia, Ciências Sociais, etc.).
http://www.bireme.br – Permite acesso às bases de dados do Medline e LILACS, com acesso a resumos de referências bibliográficas. Acesso também a outras bases de dados, como ADOLEC (adolescência), REPIDISCA (Literatura em Engenharia Sanitária e Ciências do Ambiente), BBO (Bibliografia Brasileira de Odontologia), PAHO (bibliografia da Organização Panamericana de Saúde), DESASTRES (Acervo do Centro de Documentação de Desastres) e outras.
É possível obter resumos de artigos diretamente ou cadastrar-se (mediante pequeno pagamento – R$ 10,00 em junho de 2000) na Bireme para envio dos artigos completos (pedidos de fotocópias), por correio, fax ou e-mail, mediante pagamento posterior.
http://www.funasa.gov.br – permite o acesso ao periódico Informe Epidemiológico do SUS (no menu "publicações"), cujos artigos vêm em formato PDF (lidos pelo Acrobat Reader).
http://gateway.ovid.com/autologin.html – acesso somente em computadores ligados à rede da UEL. Permite acesso, entre outras bases, ao MEDLINE (através de descritores, busca artigos publicados em inúmeras revistas científicas), com possibilidade de captação de artigos completos em algumas revistas.
http://www.ccs.uel.br/espacoparasaude – Home page da revista online “Espaço para a Saúde”, editada em Londrina, pelo Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (NESCO). Permite acesso a artigos publicados (para download), normas para publicação, etc.
SITES DE AGÊNCIA DE FOMENTO À PESQUISA:
http://www.cnpq.br – Site do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), com diversas informações sobre bolsa de estudos, grupos de pesquisa no país, etc. É possível fazer o “download” do currículo Lattes, que vem sendo padronizado no País para todas as instituições de fomento à pesquisa e outras ligadas ao ensino. Esse site possibilita, ainda, fazer “links” para outras agências de fomento.
http://www.capes.gov.br – Site da CAPES (Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, ligada ao Ministério da Educação, proporciona informações sobre programas de pós-graduação no país e exterior,
http://www.finep.gov.br – Site do FINEP.
http://www.seti.gov.br/araucaria/index.htm – Site da Fundação Araucária, agência de fomento ao desenvolvimento científico e tecnológico do estado do Paraná, que tem como finalidade apoiar a pesquisa e auxiliar na formação de recursos humanos do Estado.
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